75. A largueza do coração: por uma fraternidade que não conheça limites
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12.11.2020 | 8 minutos de leitura

Diversos

Nossa capacidade de separar teoria e prática não é um fenômeno novo. Mas ganha formas cada vez mais sutis, nestes tempos de paradoxos tão abissais. Não faz muito tempo que a escolha de uma profissão ou a descendência de determinada família já definia muitos de nossos lugares no mundo: posições sociais a serem ocupadas, posturas morais a serem praticadas, opções políticas a serem defendidas. Enfim, até determinados vocabulários e padrões estéticos já vinham \"no pacote\" de certas escolhas, formatadas com poucas variáveis.
Isso mudou drasticamente. E o ideal da construção de identidades rígidas deu lugar à opção por singularidades sempre abertas, num processo trabalhoso que se vê atravessado pelas urgências do agora. Nem pior, nem melhor, mas profundamente distinto dos antigos processos, nosso itinerário pessoal e coletivo de \"tornar-se si mesmo\" tem à disposição visões de mundo diversas, referências variadas e um tecido cultural complexo, cheio de ambiguidades, diante do qual pretende se delinear. Um resultado, dentre tantos possíveis, é a formação de posicionamentos que trazem em si, sem senso de contradição, valores antagônicos, posições conflitantes, justificativas que carecem de coerência interna nos argumentos.
E é assim que nosso tempo tem assistido à intrigante formação de \"visões cristãs de mundo\" tão díspares, por vezes vinculadas à defesa de ideários que, em princípio, nada teriam em comum com a pessoa de Jesus, com sua memória guardada e recontada pelas comunidades de fé, ou com o imenso (e inclusive plural) nicho de cultura que se constitui em torno da fé cristã.
O entrincheiramento raso que emoldura as discussões políticas e sociais neste Brasil pandêmico dá visibilidade a muitas dessas facetas esquizofrênicas dos crentes que justapõem seu palavreado religioso, credível e legitimável a apologias bastante inusitadas: discursos de ódio; silenciamento das diversidades sob a hegemonia de um grupo (não necessariamente maior em número, mas em poder); formas sutis ou mesmo grosseiras e explícitas de racismo; desconstrução das políticas públicas sob suspeita ideológica; reafirmação criativa dos mais velhos preconceitos, tipificados sob justificativa cultural; elementos fascistas apresentados como defesa idolátrica da pátria ou de uma compreensão idealizada de família, ou mesmo da construção divinizadora da figura do líder-salvador...
Essas são algumas das peças desse imenso mosaico de ideários que, associados aos discursos cristãos, não deixam de suscitar certa surpresa em um interlocutor iniciado a essa mesma fé.
Ao som dessa confusa sinfonia, num paradoxo típico deste tempo atípico, a convocação do \"Tempo da Criação\", com seu tema \"Jubileu pela Terra: novos ritmos, nova esperança\", chega a um Brasil que ignora, a um só tempo, as exigências de uma epidemia global e as consequências da destruição de seu patrimônio natural.
No dizer do ministro Ricardo Salles, a promessa de \"fazer passar a boiada\" segue sendo cumprida, seja pelos incêndios no pantanal, seja no crescimento exponencial do desmatamento na Amazônia. Não sem antes incendiar a legitimidade das instituições responsáveis pela fiscalização ou pela discussão das pautas ambientais e derrubar a credibilidade de personalidades ou grupos étnicos e políticos que historicamente se posicionam na direção contrária.
Com a Criação reduzida a mero \"recurso\" e a Terra colocada à disposição gananciosa da venda, o Tempo de Jubileu proposto pelas igrejas cristãs ressoa como uma utopia ainda demasiado irrealizável, mesmo que viva na esperança.
A data fixada para o encerramento das celebrações do Tempo da Criação foi o simbólico 4 de outubro, referência explícita a São Francisco de Assis. E, talvez, sobretudo num tempo de tanta fragmentação, a inteireza desse homem do século 13 possa soar como um convite encantador à revisão de nossas inconsistências.
Afinal, se sua escolha de morrer nu, cantando, sobre a terra nua não foi apenas uma excentricidade de sua espiritualidade medieval, mas fruto de um longo processo existencial de integração com a vida e o mundo, também nossas narrativas existenciais de integração podem se deixar inspirar pelo Pobrezinho de Assis.
O primeiro drama de Francisco foi o da frustração consigo mesmo e da descoberta da fraternidade. Desertor de seus sonhos de grandeza a partir da derrota e da prisão, foi no rosto dos deserdados de seu tempo que o jovem Francisco começou a encontrar a reciprocidade que, mais tarde, se tornaria o traço fundamental de seu modo de vida: a todos ver como irmãos.
Neste tempo de pandemia, em que as narrativas da solidão e da apatia diante da dor do outro se veem tão potencializadas, o olhar fraterno de Francisco pode ser um remédio eficaz. Descobrir-se a partir do olhar do outro, deixar-se encontrar pela necessidade alheia, apropriar-se das dores do outro, para além do próprio bem-estar, são atitudes que já soam como um convite perturbador e comprometedor.
O segundo drama de Francisco foi o da frustração com a própria fraternidade. O projeto de seu modo de viver \"como peregrino e forasteiro pelo mundo\" era agora o ideal de muitos irmãos, nem sempre tão afinados às inspirações fundacionais de Francisco. Magoado, ele se afasta dos irmãos; ressente-se e duvida do caminho feito. Mais uma vez, é necessário começar a jornada do perdão e da confiança, mesmo quando não se compreende tudo.
O aprendizado de Francisco também nos serve: somente uma autêntica reconciliação, que passa por si e pelos outros, é capaz de alargar o olhar, de vencer até mesmo a vaidade dos próprios sonhos e as ânsias de poder e controle. Fazer-se irmão será um caminho sempre inacabado, mas sempre aberto a passos corajosos que queiram recomeçar.
E é somente aí, após essa derradeira decepção perdoada, que Francisco expande seu olhar da fraternidade, agora não mais restrita apenas a seus irmãos de Ordem ou aos seres humanos. Seus irmãos, agora, são todas as criaturas. Cego e atormentado pela doença, ele escreve o Cântico das Criaturas, saudando com fraterna dignidade o sol e as estrelas, a terra e a água, as flores e os animais, os homens e as mulheres, e até a morte. Nada mais escapa do amor de irmão que Francisco dirige à vida e ao mundo, pois seu olhar reconciliado se lança com benevolência e compromisso de cuidado em direção a todas as coisas.
O itinerário de Francisco, no trabalhoso alargamento do olhar e do coração, fazendo caber neles uma fraternidade que não conhece limites, pode nos desafiar a duas posturas corajosas.
A primeira é a de renunciar, definitivamente, às nossas ilusões antropocêntricas e egoístas. Pois, embora muitos ideais da Modernidade tenham já demonstrado seus sinais de falência, permanece viva a típica prepotência humana, como se o destino do ser humano (em seu destino natural, histórico e escatológico) estivesse separado do resto do mundo.
Francisco convida a compreender que o imperativo de salvação não ressoa apenas sobre parte do humano, mas sobre a inteireza de sua pessoa. Ressoa sobre toda a comunidade humana e não se destina apenas a um grupo de merecedores. E ressoa sobre o destino comum que une todo o mundo criado, em cuja condição criatural todos, todas e tudo são irmãos.
E, ao assumir a realidade da criatura amada, o Deus da salvação revela seu amor por tudo o que criou, elevando tudo à vocação escatológica. Sem prepotência, sem arrogância, sem usurpação de um lugar especial que o separe do mundo e dos seres: esse é o ser humano que Francisco foi e que nos convida a ser, como condição de salvação no mundo e na história.
A segunda postura franciscana é a integração existencial desse ideal, nascido não de uma bela ideia, mas de um paciencioso processo de vida. Nosso tempo conhece também posturas fragmentadas na pauta ambiental. Não se aprovam as consequências da mineração, mas não se está disposto a rever o padrão de vida e de consumo que exige tal exploração minerária.
Não se aprovam os desmatamentos nem os incêndios, mas não se procura compreender o quanto essas ações se relacionam à exigência de um mercado de carne que exige essa destruição.
Consente-se, inclusive, em promover ações sociais pontuais, cujas doações podem até ser deduzidas no imposto de renda, mas não disposição a uma ampla reforma daqueles privilégios que sobrevivem à custa da negação de direitos básicos de dignidade e cidadania.
São apenas exemplos de como a desintegração desses ideais pode produzir atitudes artificiais, carentes de profundidade ou até meio romantizadas ao não serem assumidas com todas as consequências. O apelo franciscano é o de deixar que a vida inteira seja tocada por essas urgências. E, assim como aconteceu com Francisco, desde seus ideias de juventude até os dramas de sua maturidade, que também nós nos deixemos atravessar, na profundidade de nossa verdade, pelos dilemas de nosso tempo.
Somente assim nossa postura diante da criação deixará de ser um verniz religioso aplicado sobre nossas velhas práticas antropocêntricas ou expressão pontual de certo romantismo compensatório. Integrar posturas de fraternidade com a criação exige alargamento do olhar e do coração. As informações estão disponíveis, em tantos canais. Urge começar. Pois, no dizer do próprio Francisco, \"até agora pouco ou nada fizemos\"
Isso mudou drasticamente. E o ideal da construção de identidades rígidas deu lugar à opção por singularidades sempre abertas, num processo trabalhoso que se vê atravessado pelas urgências do agora. Nem pior, nem melhor, mas profundamente distinto dos antigos processos, nosso itinerário pessoal e coletivo de \"tornar-se si mesmo\" tem à disposição visões de mundo diversas, referências variadas e um tecido cultural complexo, cheio de ambiguidades, diante do qual pretende se delinear. Um resultado, dentre tantos possíveis, é a formação de posicionamentos que trazem em si, sem senso de contradição, valores antagônicos, posições conflitantes, justificativas que carecem de coerência interna nos argumentos.
E é assim que nosso tempo tem assistido à intrigante formação de \"visões cristãs de mundo\" tão díspares, por vezes vinculadas à defesa de ideários que, em princípio, nada teriam em comum com a pessoa de Jesus, com sua memória guardada e recontada pelas comunidades de fé, ou com o imenso (e inclusive plural) nicho de cultura que se constitui em torno da fé cristã.
O entrincheiramento raso que emoldura as discussões políticas e sociais neste Brasil pandêmico dá visibilidade a muitas dessas facetas esquizofrênicas dos crentes que justapõem seu palavreado religioso, credível e legitimável a apologias bastante inusitadas: discursos de ódio; silenciamento das diversidades sob a hegemonia de um grupo (não necessariamente maior em número, mas em poder); formas sutis ou mesmo grosseiras e explícitas de racismo; desconstrução das políticas públicas sob suspeita ideológica; reafirmação criativa dos mais velhos preconceitos, tipificados sob justificativa cultural; elementos fascistas apresentados como defesa idolátrica da pátria ou de uma compreensão idealizada de família, ou mesmo da construção divinizadora da figura do líder-salvador...
Essas são algumas das peças desse imenso mosaico de ideários que, associados aos discursos cristãos, não deixam de suscitar certa surpresa em um interlocutor iniciado a essa mesma fé.
Ao som dessa confusa sinfonia, num paradoxo típico deste tempo atípico, a convocação do \"Tempo da Criação\", com seu tema \"Jubileu pela Terra: novos ritmos, nova esperança\", chega a um Brasil que ignora, a um só tempo, as exigências de uma epidemia global e as consequências da destruição de seu patrimônio natural.
No dizer do ministro Ricardo Salles, a promessa de \"fazer passar a boiada\" segue sendo cumprida, seja pelos incêndios no pantanal, seja no crescimento exponencial do desmatamento na Amazônia. Não sem antes incendiar a legitimidade das instituições responsáveis pela fiscalização ou pela discussão das pautas ambientais e derrubar a credibilidade de personalidades ou grupos étnicos e políticos que historicamente se posicionam na direção contrária.
Com a Criação reduzida a mero \"recurso\" e a Terra colocada à disposição gananciosa da venda, o Tempo de Jubileu proposto pelas igrejas cristãs ressoa como uma utopia ainda demasiado irrealizável, mesmo que viva na esperança.
A data fixada para o encerramento das celebrações do Tempo da Criação foi o simbólico 4 de outubro, referência explícita a São Francisco de Assis. E, talvez, sobretudo num tempo de tanta fragmentação, a inteireza desse homem do século 13 possa soar como um convite encantador à revisão de nossas inconsistências.
Afinal, se sua escolha de morrer nu, cantando, sobre a terra nua não foi apenas uma excentricidade de sua espiritualidade medieval, mas fruto de um longo processo existencial de integração com a vida e o mundo, também nossas narrativas existenciais de integração podem se deixar inspirar pelo Pobrezinho de Assis.
O primeiro drama de Francisco foi o da frustração consigo mesmo e da descoberta da fraternidade. Desertor de seus sonhos de grandeza a partir da derrota e da prisão, foi no rosto dos deserdados de seu tempo que o jovem Francisco começou a encontrar a reciprocidade que, mais tarde, se tornaria o traço fundamental de seu modo de vida: a todos ver como irmãos.
Neste tempo de pandemia, em que as narrativas da solidão e da apatia diante da dor do outro se veem tão potencializadas, o olhar fraterno de Francisco pode ser um remédio eficaz. Descobrir-se a partir do olhar do outro, deixar-se encontrar pela necessidade alheia, apropriar-se das dores do outro, para além do próprio bem-estar, são atitudes que já soam como um convite perturbador e comprometedor.
O segundo drama de Francisco foi o da frustração com a própria fraternidade. O projeto de seu modo de viver \"como peregrino e forasteiro pelo mundo\" era agora o ideal de muitos irmãos, nem sempre tão afinados às inspirações fundacionais de Francisco. Magoado, ele se afasta dos irmãos; ressente-se e duvida do caminho feito. Mais uma vez, é necessário começar a jornada do perdão e da confiança, mesmo quando não se compreende tudo.
O aprendizado de Francisco também nos serve: somente uma autêntica reconciliação, que passa por si e pelos outros, é capaz de alargar o olhar, de vencer até mesmo a vaidade dos próprios sonhos e as ânsias de poder e controle. Fazer-se irmão será um caminho sempre inacabado, mas sempre aberto a passos corajosos que queiram recomeçar.
E é somente aí, após essa derradeira decepção perdoada, que Francisco expande seu olhar da fraternidade, agora não mais restrita apenas a seus irmãos de Ordem ou aos seres humanos. Seus irmãos, agora, são todas as criaturas. Cego e atormentado pela doença, ele escreve o Cântico das Criaturas, saudando com fraterna dignidade o sol e as estrelas, a terra e a água, as flores e os animais, os homens e as mulheres, e até a morte. Nada mais escapa do amor de irmão que Francisco dirige à vida e ao mundo, pois seu olhar reconciliado se lança com benevolência e compromisso de cuidado em direção a todas as coisas.
O itinerário de Francisco, no trabalhoso alargamento do olhar e do coração, fazendo caber neles uma fraternidade que não conhece limites, pode nos desafiar a duas posturas corajosas.
A primeira é a de renunciar, definitivamente, às nossas ilusões antropocêntricas e egoístas. Pois, embora muitos ideais da Modernidade tenham já demonstrado seus sinais de falência, permanece viva a típica prepotência humana, como se o destino do ser humano (em seu destino natural, histórico e escatológico) estivesse separado do resto do mundo.
Francisco convida a compreender que o imperativo de salvação não ressoa apenas sobre parte do humano, mas sobre a inteireza de sua pessoa. Ressoa sobre toda a comunidade humana e não se destina apenas a um grupo de merecedores. E ressoa sobre o destino comum que une todo o mundo criado, em cuja condição criatural todos, todas e tudo são irmãos.
E, ao assumir a realidade da criatura amada, o Deus da salvação revela seu amor por tudo o que criou, elevando tudo à vocação escatológica. Sem prepotência, sem arrogância, sem usurpação de um lugar especial que o separe do mundo e dos seres: esse é o ser humano que Francisco foi e que nos convida a ser, como condição de salvação no mundo e na história.
A segunda postura franciscana é a integração existencial desse ideal, nascido não de uma bela ideia, mas de um paciencioso processo de vida. Nosso tempo conhece também posturas fragmentadas na pauta ambiental. Não se aprovam as consequências da mineração, mas não se está disposto a rever o padrão de vida e de consumo que exige tal exploração minerária.
Não se aprovam os desmatamentos nem os incêndios, mas não se procura compreender o quanto essas ações se relacionam à exigência de um mercado de carne que exige essa destruição.
Consente-se, inclusive, em promover ações sociais pontuais, cujas doações podem até ser deduzidas no imposto de renda, mas não disposição a uma ampla reforma daqueles privilégios que sobrevivem à custa da negação de direitos básicos de dignidade e cidadania.
São apenas exemplos de como a desintegração desses ideais pode produzir atitudes artificiais, carentes de profundidade ou até meio romantizadas ao não serem assumidas com todas as consequências. O apelo franciscano é o de deixar que a vida inteira seja tocada por essas urgências. E, assim como aconteceu com Francisco, desde seus ideias de juventude até os dramas de sua maturidade, que também nós nos deixemos atravessar, na profundidade de nossa verdade, pelos dilemas de nosso tempo.
Somente assim nossa postura diante da criação deixará de ser um verniz religioso aplicado sobre nossas velhas práticas antropocêntricas ou expressão pontual de certo romantismo compensatório. Integrar posturas de fraternidade com a criação exige alargamento do olhar e do coração. As informações estão disponíveis, em tantos canais. Urge começar. Pois, no dizer do próprio Francisco, \"até agora pouco ou nada fizemos\"
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