385. Herética 1
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03.04.2024 | 1 minutos de leitura

Poesia

Recolhi o barro que sou
E tentei refazer-me,
Oleiro...
Às pressas, às voltas
Comigo, a escultura quebrou,
Oleiro.
E por que nada fizestes, tu
E tuas mãos habilidosas?
Por que não me ensinaste
Tua arte?
Porque tua arte é caçoar
De minhas mãos...
Porque tua arte é manter
Minha infância e inabilidade...
Oleiro, digo-te, pois,
Entre a bílis e as lágrimas:
Tu de nada me serves,
Negligenciando minhas dores
De vaso quebrado.
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