278. Fome
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18.01.2023 | 1 minutos de leitura

Poesia

Tenho medo de
Minha fome,
Abismo sem fundo.
Grota imensa
Onde a água firme
Do desejo
Cinzela a pedra.
Eu sou cinzelado
De vontades e desvarios
E meus rios
São águas turbulentas,
Inavegáveis.
Náufrago em mim,
Subindo à superfície,
Respirando do afogamento.
Deixo agora minha fronte
Ir contra as pedras:
O vermelho nas águas
Silenciosas.
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