116. No quarto escuro
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07.05.2019 | 1 minutos de leitura

Poesia

No quarto escuro,
Na noite calma,
Um corpo
De carne
E letra
Treme.
Tem em si um oco
Que enfrenta.
Que aceita,
Ama
E atravessa.
Atravessado,
Fez-se travessia.
Pisado,
Fez-se caminho.
Vazio,
Fez-se abrigo
Para o abandono.
Uma ruína de palavras
Que remetem
Ao imemorável.
Aos silêncios mais docentes.
Transformando o amargor
Em doce mel de favos,
O corpo de carne e letra
Descobriu valor
Além da razão
E do medo.
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