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363. quaresma XVIII

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05.03.2024 | 1 minutos de leitura
Pe. Eduardo César Rodrigues Calil
Poesia
363. quaresma XVIII
suportar a angústia de criar,
como quem organiza mundos 
dentro do mundo.

meus fantasmas são fumo,
como fumo dissiparam…

comprei tecidos novos 
para novas fantasias.

o que caiu, eu não recolho.
apenas levanto,
até que o buraco seja a cova.

sou eu, fora do poço? 
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