268. Universo
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01.11.2022 | 1 minutos de leitura

Poesia

Eu te escrevo
Para dizer-te nada.
Tomo o lápis,
O ímpeto,
O coração cheio,
Ou vazio -não sei-
E escrevo.
Queria a explosão
Tórrida,
A palpitação adolescente,
Ou a maturidade das letras,
Mas circundo com essas
Palavras,
O vazio.
O nada que te ofereço.
Cabe nele a explosão,
Agora condensada,
Embrionária,
À espera do disparo,
De um universo em
Expansão.
Cabe nele a coisa.
A coisa que não escrevo.
A coisa que me é estranha
E intimíssima.
Essa coisa de que me alimento
E que procuro.
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