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262. Anjo

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29.09.2022 | 1 minutos de leitura
Pe. Eduardo César Rodrigues Calil
Poesia
262. Anjo
Os archotes apagados,
Os guardas dormindo,
A prisão com as portas 
Abertas,
O anjo me conduzindo:
Prende os grilhões aos pés,
Aferrolha as mãos,
Põe a forquilha,
Fecha as grades,
Acorda os guardas, 
E vai-se embora. 
O destino dos renegados,
O destino dos abandonados,
A prisão perpétua,
A espera da punição final.

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