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243. Desalento

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03.05.2022 | 1 minutos de leitura
Solange Maria do Carmo
Poesia
243. Desalento
Qual formiga a transportar as folhas,
A corredeira da vida leva minhas forças.
Corta, picota e carrega minha energia,
Um formigueiro de demandas inúteis.
Para formar a cama da rainha economia,
Também eu, feito formiga,
Me desdobro em cargas além de minha natureza.
Olho os montes e me pergunto:
“Deus, onde estás?”
Ao longo ouço um sussurro agonizante:
“Morro contigo de desalento!”

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