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161. À frente

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18.06.2020 | 1 minutos de leitura
Pe. Eduardo César Rodrigues Calil
Poesia
161. À frente

Uma planta que murchou,
Um broto que ressecou e
Caiu.
Uma flor que jamais abriu.


Um projétil descrevendo uma
Parábola:
A do filho que foi embora
E não soube voltar.


Os sonhos que esvaziaram.
A lavagem dos porcos:
Sempre a lavagem dos porcos,
Banquete preparado ao indigente.


E indigente,
Não há pai para onde voltar.
Não há mãe para onde voltar.
Não há atrás, só à frente.


Tudo se desfez,
Nada se refez,
Nada se remontou.
Tudo é o nada, enfim.


E o abismo é o à frente.
Ele convida.
E, agora, eu vou.
Agora eu vou.





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