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335. MENSAGEM DE NATAL

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25.12.2023 | 1 minutos de leitura
Pe. Manoel José Godoy
Poesia
335. MENSAGEM DE NATAL
Temos o hábito de separar “direitinho” o que é de Deus e o que é do mundo. Mas a encarnação do Verbo nos comunica que essas barreiras não funcionam. Jesus veio para o que era seu, diz o evangelho. Não nasceu em nenhum lugar separado, reconhecido como "sagrado"; não apareceu de repente em algum templo. Veio para o mundo, que era seu, no meio do povo. Muitos dos seus não o receberam - diz João. É verdade! O mundo pode rejeitar Deus. Mas continua sendo o espaço onde Deus quer se revelar, continua sendo o fruto da sua criação amorosa. Não nos cabe rejeitar o mundo, foi nele que o Verbo se encarnou. O que nos cabe é fazer do mundo um espaço onde o amor, a justiça e a ternura possam crescer. O Verbo encarnado nos convida a um processo de encarnação nas realidades da vida, exatamente lá onde tantos irmãos e irmãs precisam da alegria da boa notícia da qual somos mensageiros. E, neste ano, como ser mensageiro da boa notícia em Gaza, onde os irmãozinhos de Jesus foram cruelmente assassinados? Israel não soube tirar lição da sua própria história. Vive no espírito da vingança. Sofreu um genocídio de 6 milhões de compatriotas e nem assim conseguiu aprender a ter sensibilidade com os outros. Que o menino Jesus, nascido nos escombros de Gaza, desperte a humanidade para uma solidariedade sem limites com os palestinos que passarão o Natal sepultando os irmãozinhos de Jesus! 
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