221. Reflexão para o 13º Domingo do Tempo Comum – Mc 5,21-43 (Ano B)
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26.06.2021 | 1 minutos de leitura

Evangelho Dominical

A liturgia deste décimo terceiro domingo do tempo comum propõe a leitura de mais um texto do Evangelho de Marcos. Embora não seja a continuação exata, a passagem lida hoje – Mc 5,21-43 – possui relação direta com aquela do domingo passado (cf. Mc 4,35-41). Ora, naquela ocasião, lemos e refletimos sobre a ida de Jesus com seus discípulos para a “outra margem”, que significa o mundo pagão, tachado pelos contemporâneos de Jesus como terra de gente impura, mas considerado pelo próprio Jesus e pelo evangelista como campo de missão e, portanto, terreno propício para plantar as sementes do Reino. Convém recordar que, para o evangelista, o mundo pagão não é simplesmente o mundo dos não crentes, mas o mundo dos marginalizados, das pessoas desprezadas e abandonadas, principalmente pela religião. A travessia para a “outra margem” tinha se tornado difícil, devido à tempestade enfrentada, o que significava tanto as forças do mal, quanto a mentalidade fechada dos discípulos.
Tendo chegado na “outra margem”, Jesus realizou um milagre parecido com aqueles que já tinha realizado nas terras de Israel, desde o início do seu ministério: libertou um endemoniado, expulsando a “legião” que o havia possuído (cf. Mc 5,1-20). Apesar da semelhança com milagres anteriores, realizados na própria pátria, esse em terra pagã foi narrado com uma maior riqueza de detalhes, pois possui um valor simbólico muito grande, uma vez que inaugura a universalidade da salvação em Marcos. Ora, com esse milagre, Jesus demonstrou que não fazia distinção entre judeus e pagãos, sobretudo quando estava em jogo a vida, a liberdade e a dignidade humanas. O bem que ele veio trazer ao mundo é acessível a todas as pessoas, independentemente da origem, da cultura, da religião e de qualquer condicionamento social. Tendo demonstrado que sua mensagem libertadora é destinada a todas as pessoas, eis que Jesus retorna do território pagão para a Galileia, sua pátria, tendo que atravessar novamente o mar, o que na verdade não passava de um lago.
O evangelho de hoje começa com o retorno de Jesus com seus discípulos à Galileia, ou seja, à terra de Israel. O texto é bastante longo, composto de vinte e três versículos, e contém o relato de dois episódios intercalados: a cura da mulher hemorroísa e a ressurreição (reanimação) da filha de Jairo. São dois milagres muito ricos de significado para todo o ministério de Jesus, inclusive, narrados pelos três sinóticos (cf. Mt 9,18-26; Mc 5,21-43; Lc 8,40-56), embora o relato de Marcos contenha uma riqueza de detalhes maior, como indica a própria extensão. É um dos textos em que Marcos revela suas melhores qualidades de escritor e narrador, empregando a técnica literária denominada de “sanduíche”, que corresponde à inclusão de um relato dentro de outro, sendo que qualquer um dos dois poderia ser narrado separadamente. Com essa técnica, o evangelista começa um episódio e o interrompe, inclui um novo episódio no meio e, ao concluir, retoma o episódio interrompido.
Passada a contextualização, olhemos então para o texto: “Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão reuniu-se junto dele, e Jesus ficou na praia” (v. 21). Como já acenamos na contextualização, a outra margem agora é a da Galileia, ou seja, é território judeu, de onde Jesus tinha partido com seus discípulos para a margem pagã. Portanto, ele está de volta, após sua incursão em terras pagãs. Essa margem da Galileia, provavelmente na cidade de Cafarnaum, também é muito importante para a missão de Jesus: foi o cenário do chamado aos primeiros discípulos (cf. Mc 1,16-20), e do anúncio do anúncio do Reino em parábolas (cf. Mc 4,1-34). Independentemente do território ser judeu ou pagão, a praia é sempre um espaço que evoca abertura de perspectiva.
Na margem, todos podem interagir com Jesus, justos e injustos, santos e pecadores. Diz o texto que “Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Quando viu Jesus, caiu a seus pés, e pediu com insistência: “Minha filhinha está nas últimas. Vem e impõe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva” (vv. 22-23). Temos aqui a primeira cena. Parece ironia do evangelista, pois na última vez em que Jesus esteve na sinagoga, saiu de lá ameaçado de morte (cf. Mc 3,6). Agora, um chefe da sinagoga lhe procura, reconhecendo-o como doador de vida, pedindo que vá impor as mãos sobre a sua filha. Certamente, o evangelista quer mostrar que nem todas as lideranças religiosas da época rejeitaram Jesus. É claro que a influência de um chefe de sinagoga se reduzia à própria localidade. Era uma apenas liderança local, mas isso não diminui a importância do fato. Chama a atenção a súplica humilde do homem: “caiu aos pés de Jesus e pediu com insistência”. Com esse gesto, ele reconhece a força de Jesus e, ao mesmo tempo, a fragilidade de suas próprias seguranças pessoas e, de certo modo, o esgotamento da sua religião. Ele reconheceu que Jesus poderia dar respostas que sua religião já não conseguia. Ao acreditar que Jesus imponha as mãos sobre a filha “para que ela sare e viva”, Jairo reconhece que o agir de Jesus era o agir do próprio Deus.
Solícito ao pedido sincero do chefe da sinagoga, “Jesus o acompanhou. Uma numerosa multidão o seguia e o comprimia” (v. 24). Aqui, o evangelista encontra espaço para inserir o segundo episódio, interrompendo o primeiro sem, no entanto, prejudicar o seu sentido. Ora, enquanto Jesus caminhava em direção à casa de Jairo, e comprimido pela multidão, diz o texto que “achava-se ali uma mulher, que há doze anos, estava com uma hemorragia” (v. 25). A situação é surpreendente e desesperadora. De acordo com a Lei, aquela mulher não poderia estar na multidão, pois estava impura. Logo, deveria estar isolada e impossibilitada de contato com qualquer pessoa. Ora, o ciclo normal da menstruação já tornava a mulher impura enquanto durasse, conforme a Lei (cf. Lv 15,19.25-30). Uma hemorragia com duração de doze anos significa que durante todo esse período aquela mulher estava excluída, marginalizada. Era uma morta viva, impossibilitada de gerar filhos e de se relacionar com qualquer pessoa, pois a quem ela tocasse também ficaria impuro; nem mesmo do marido ela podia se aproximar. Não obstante o sofrimento contínuo em todos os sentidos, tanto a dor física quanto a dor da exclusão, aquela era uma mulher perseverante, como informa o evangelista: “Tinha sofrido nas mãos de muitos médicos, gastou tudo o que possuía e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais” (v. 26). O passar pelas mãos de muitos médicos e não ser curada não é uma desqualificação da medicina, mas uma maneira de acentuar a perseverança da mulher e, ao mesmo tempo, o drama e o sofrimento vividos por ela.
À perseverança da mulher, somam-se a sua fé e ousadia, como mostra a continuação do texto: “Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão, e tocou na sua roupa. Ela pensava: “Se eu, ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada” (vv. 27-28). Ora, o ouvir falar de Jesus significa o quanto a sua fama e mensagem se espalhavam. A Boa-Nova do Reino estava se espalhando e recuperando a esperança e a fé das pessoas excluídas e marginalizadas, como aquela mulher. A fé é demonstrada pelo pensamento dela que o evangelista revela: bastava tocar na roupa de Jesus para ser curada (v. 28). Ela tinha essa convicção, mas os condicionamentos impostos pela religião não permitiam isso, pois a Lei determinava que ela não podia ter contato com ninguém. Ela não devia aproximar-se de ninguém, para não transmitir sua impureza, e ninguém devia aproximar-se dela para não contrair a impureza. Enfim, ela estava condenada ao sofrimento e à exclusão até o fim da vida, ou enquanto a doença. Sua situação parecia sem saída. Mas ela não aceitou a condição imposta pela Lei. Ao inserir-se no meio da multidão, ela transgrediu regras, quebrou tabus. Temos aqui um dos maiores exemplos de mulher ousada e corajosa em toda a Bíblia. E o ápice de sua ousadia foi tocar na roupa de Jesus.
O toque na roupa confirmou as convicções da mulher (v. 29). E eis o resultado: “A hemorragia parou imediatamente, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença” (v. 29). Não se trata apenas da cura de uma doença, mas da recuperação da vida e do sentido da vida. É esse o efeito da proximidade a Jesus, do tocar nele, da relação intima com ele: a vida é ressignificada. E a aproximação sincera e convicta gera sintonia com Jesus. Por isso, no mesmo momento em que a mulher tocou e foi curada, “Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele. E, voltando-se no meio da multidão, perguntou: “Quem tocou na minha roupa?” (v. 30). O toque não foi apenas na roupa; Jesus sentiu no seu corpo o toque da mulher. Ele sentiu que, além do aperto causado pela multidão ao seu redor, houve um toque diferente, de alguém que desejava libertação. Os discípulos contestam, (v. 31), mas Jesus insiste: “Ele, porém, olhava ao redor para ver quem havia feito aquilo” (v. 32). Ele estava a caminho da casa de uma pessoa importante do lugar, o chefe da sinagoga; de repente, parar por causa de um suposto toque na roupa, no meio de uma multidão anônima, seria perda de tempo, imaginavam os discípulos. Para Jesus, no entanto, todo contato é importante. Ele nunca deixa de corresponder a quem se aproxima dele com fé, convicção e desejo de vida em abundância.
E a insistência de Jesus gerou resultados: “A mulher, cheia de medo e tremendo, percebendo o que lhe havia acontecido, veio e caiu aos pés de Jesus, e contou-lhe toda a verdade” (v. 33). É claro que a intenção de Jesus não era expor e nem constranger a mulher, mas dar-lhe a palavra. Ele quis tirá-la do anonimato, denunciando os doze anos de segregação impostos pela religião. E ela se manifestou: caiu aos pés de Jesus em reverência e agradecimento, certamente. Bastava isso para Jesus despedi-la. Mas ele quis mais: permitiu que ela contasse “toda a verdade”; essa expressão é muito significativa. Na época, não se atribuía verdade alguma à palavra de uma mulher. Ousadamente, Marcos diz que da boca de uma mulher marginalizada saiu “toda a verdade”. Certamente, fazia muito tempo que ninguém parava para ouvir aquela mulher. Ao instigá-la a contar “toda a verdade”, Jesus faz do seu próprio auditório – a multidão – o auditório dela. Com isso, o evangelista ensina que quem escuta Jesus deve escutar também as pessoas marginalizadas e excluídas, pois as palavras destas pessoas são cheias de verdade, sobretudo quando partilham seus dramas, sofrimentos e anseios por melhores condições de vida. Dar a palavra às pessoas marginalizadas faz parte da missão cristã. Só se compreende a dor do outro escutando. Logo, dos púlpitos das comunidades cristãs deve ecoar “toda a verdade” dos sem vez e sem voz, como quis e fez Jesus.
Para reforçar ainda mais a importância de Jesus fazer a mulher falar e, assim, tornar público o milagre, convém recordar que, em Marcos, quase todos os milagres de Jesus são acompanhados de um pedido de silêncio, já que um tema chave da sua teologia é o “segredo messiânico”, embora os destinatários dos milagres nunca guardem esse silencio (cf. Mc 1,34; 7,36; 1,44; 8,26). Dessa vez, ele não apenas deixou de pedir silêncio, mas foi o primeiro a querer tornar público o acontecimento, tamanha a importância de ver uma mulher com a sua dignidade recuperada. Após ouvir e fazer seus discípulos e a multidão também ouvirem “toda a verdade”, Jesus despede a mulher: “Ele lhe disse: ‘Filha, a tua fé te curou. Vai em paz e fica curada dessa doença” (v. 34). Ao chamá-la de filha, ele expressa todo o seu afeto por ela, inserindo-a na sua família que já não é mais determinada por laços de parentesco (cf. Mc 3,35). Ele reconhece a força da fé como causa da cura, e a manda ir embora sem exigir nenhum compromisso, nenhuma adesão da mulher. Desejando a paz, ele desejou todo o bem-estar para ela, habilitando-a a recuperar o tempo perdido com a doença. Ele restituiu a condição humana em plenitude àquela mulher.
Na conclusão do episódio da cura da mulher, o evangelista retoma o episódio que fora interrompido: “Ele estava ainda falando, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, e disseram a Jairo: ‘Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?” (v. 35). Novamente, trata-se de uma situação desesperadora. Ver um pai receber a notícia do falecimento de uma filha é uma realidade bastante dramática. Por isso, Jesus procurou animar aquele pai: “Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: “Não tenhas medo. Basta ter fé!” (v. 36). Acompanhado dos discípulos Pedro, Tiago e João Jesus chegou à casa de Jairo (vv. 37-38), e logo tomou conta da situação, combatendo todo sinal de desespero: “Então, ele entrou e disse: ‘Por que essa confusão e esse choro? A criança não morreu, mas está dormindo” (v. 39). Novamente, ele procura animar os presentes, embora não seja levado a sério (v. 40a). Senhor da situação, ele entra no quarto, onde estava a menina, acompanhado de um grupo restrito de pessoas: “o pai e a mãe da menina, e os três discípulos que o acompanhavam” (v. 40b). Temos, portanto, um núcleo bastante íntimo, tanto para a menina – o pai e a mãe – quanto para Jesus – os três discípulos mais presentes no seu ministério, o que não significa que fossem os melhores.
No início, Jairo tinha pedido que Jesus fosse impor as mãos sobre a menina (v. 23). Jesus faz mais do que lhe é pedido: “Jesus pegou na mão da menina e disse: “Talitá cum” – que quer dizer: “Menina, levanta-te!” (v. 41). Pegar na mão é mais significativo do que uma simples imposição das mãos. Ora, a imposição das mãos era apenas um rito, bastante comum no judaísmo e em outras experiências religiosas do antigo Oriente, e continuada no cristianismo. Pegar na mão é sinal de companheirismo, disponibilidade de caminhar juntos. Neste contexto, é também um sinal de transgressão de Jesus, já que o corpo da menina era um suposto cadáver, naquele momento; e quem tocasse num cadáver ficava impuro por sete dias, conforme a Lei (cf. Nm 19,11). Para Jesus, no entanto, nenhum preceito estava acima da sua vontade de transmitir vida para as pessoas. Segurando na mão da menina, ele ordena que ela se levante, e eis o resultado: “Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados” (v. 42). Aqui está a força da mão e da palavra de Jesus, que contêm vida, e vida em abundância. Para este milagre, ao contrário daquele da mulher hemorroíssa, ele volta a pedir o silêncio, que constitui um elemento importante para a teologia de Marcos: o chamado “segredo messiânico”, como já foi acenado, e cuja revelação será fruto da Páscoa. Por sinal, este milagre é uma prefiguração da ressurreição do próprio Jesus, quando a vida nova será estendida à humanidade inteira. Eis, então, o último versículo: “Ele recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina” (v. 43). A ordem para dar de comer à menina serve para demonstrar a realidade da vida; ela não é um fantasma, mas a filha concreta de Jairo. Inclusive, a refeição também faz parte das aparições de Jesus Ressuscitado, como um meio de confirmação para os discípulos (cf. Lc 24,13-49; Mc 16,14; Jo 20–21).
À guisa de conclusão, é importante recordar a relação teológica entre os dois episódios, além do entrelaçamento literário. A idade da menina é igual ao tempo de sofrimento da mulher: doze anos. É evidente que esse número é uma referência a Israel e, por conseguinte, uma denúncia do evangelista. No Antigo Testamento, o povo de Israel é apresentado como uma mulher, a esposa de Deus, cuja situação varia entre a infidelidade e a esterilidade. A cura da mulher que sofria há doze anos habilitou-a a gerar vida, pois estava impossibilitada pela doença. A idade de doze anos habilitava a jovem ao casamento, em Israel; ainda não se celebravam as bodas, propriamente, mas já poderia realizar a primeira etapa do matrimônio, chamada de fase da “promessa”, o primeiro passo para gerar vida. O fato de tratar de duas mulheres, tendo o número doze em comum, faz do texto uma advertência simbólica a Israel e, sobretudo, à religião do templo na época de Jesus e do evangelista: a situação era de completa esterilidade, ausência de vida nova. Para voltar a gerar vida, Israel precisava tocar Jesus e deixar-se tocar por ele, o que consiste na acolhida da sua mensagem.
Para as comunidades cristãs, incluindo as destinatárias primeiras do Evangelho e as comunidades de todos os tempos, Marcos ensina que o seguimento de Jesus implica estar do lado das pessoas que sofrem, indo ao seu encontro, e criando laços com quem se encontra no meio do caminho, nas margens e em todos os lugares. É preciso ir aonde há dor, sofrimento e exclusão, para tocar as realidades concretas, deixar-se tocar por elas e fazer a vida florescer. O evangelista alerta também para o protagonismo das mulheres: elas devem ter vez e voz nas comunidades, pois elas são, por excelência, portadoras de verdades. Que a Igreja não tenha medo de “toda a verdade” que sai da boca das mulheres. Que dê as mãos a elas e as ajudem a caminhar com determinação e coragem na construção do Reino.
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