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218. Um mundo para se endoidar

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21.09.2021 | 1 minutos de leitura
José Paulo Santos da Silva
Poesia
218. Um mundo para se endoidar
Até parece que o arranha-céu entardecido,  
Vai se intervalar nas fronteiras tardias 
Do mnemônico farejado sol ensurdecido! 
 
Como soam alegres os sinos das abadias! 
Não se ouve o gemido do indigente, 
Mas o hino do louco que endoidecia! 
 
Nas mesas fartas, a faca corta cruente, 
As sobras dos pobres coitados, 
Que com seus trapos são estirados, 
Qual rogos que se fazem poente. 

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