Artigos marcado com ‘Tempo’

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208. A fábula do espinheiro

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As árvores resolveram ungir para si um rei. Disseram à oliveira: “Reina sobre nós”. Ciente de sua missão, ela rejeitou o convite dizendo: “Tenho muito azeite a produzir; não tenho forças para superar as outras árvores e ficar balançando sobre elas”. Convidaram a figueira. A boa árvore deu…

42. Espiritualidade do Advento – I Domingo

Abrimos mais um ano litúrgico com o tempo do Advento, tempo de esperas, de esperança. Espera ativa, como quem está de prontidão pela vinda do Salvador que vai se debruçar sobre a nossa história e se expor à nossa (des)humanidade. Trilhando conosco as sendas de ser gente, ele nos vai mostrar que…

136. Reflexão para a Solenidade de Cristo Rei – Lc 23, 35-43 (Ano C)

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Ora, se concebermos Jesus Cristo, Rei do universo, como um homem forte, potente, sentado em um trono ornado de ouro, com cetro na mão, ditando, julgando e ordenando uma imensidão de serviçais, guerreando, vencendo e subjugando inimigos, estamos imaginando o rei-messias esperado pelos judeus do seu tempo e estamos rejeitando Jesus de Nazaré, o servo de todos, aquele que veio para…

207. Sobre animais inteligentes e homens perversos

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As fábulas têm muito a nos ensinar. Normalmente são encerradas com a famosa “moral da história”. É o caso da galinha que, ciscando o terreiro à procura de alimento, encontrou um grãozinho de milho. Muito inteligente e trabalhadora, a ave resolveu não comer o milho; ao contrário, achou melhor plantar o grão, pois no futuro daria…

133. Reflexão para a Solenidade de Todos os Santos – Mt 5, 1-12a

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Todos os anos, a liturgia propõe para a solenidade de todos os santos o texto de Mateus 5,1-12a. Esse é, certamente, um dos trechos mais lidos e conhecidos de todo o Novo Testamento. Trata-se da introdução do primeiro dos cinco discursos de Jesus no Evangelho segundo Mateus, conhecido como “discurso ou sermão da montanha”. Essa introdução ficou conhecida como…

270. “Mal podemos compreender o que está sobre a terra, dificilmente encontramos o que temos ao alcance da mão. Quem, portanto, pode descobrir o que se passa no céu?” (Sb 9,16).

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Nossos discursos religiosos padecem, muitas vezes, de uma dose exagerada de cinismo. Afinal, como dizia o poeta: “Sobre Deus eu não sei quase nada, eu só sei que Deus é luz. Sobre Deus eu não sei quase nada; e o que sei me ensinou Jesus” (Pe. Zezinho sjc). Ou o outro…