Artigos marcado com ‘Esperança’

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238. Coragem de Deus

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Mestre, começa agora um novo ciclo, mais um ano que se inicia prenhe de possibilidades e sonhos. Enche-nos, Senhor, de sabedoria para discernir o que é bom e justo. Purifica-nos, Senhor, para que a morte e a guerra não nos sejam indiferentes. Encoraja-nos, Senhor, com teu espírito para não nos acovardamos no caminho. Incendeia nosso […]

90. Reflexão para o segundo Domingo do Tempo Comum (Jo 2,1-11)

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Embora simples do ponto de vista narrativo (uma história com trama, cenário e personagens bem definidos), o texto apresenta uma grande complexidade teológica. Por isso, preferiu-se, ao longo dos séculos, uma interpretação quase literal, limitada a fundamentar a intercessão de Maria e, assim, fomentar a devoção. Tem sido grande o esforço da exegese atual para […]

195. Recomeçar  

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  “Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem?” (Isaías 43,19) “Retirou da escuridão meu coração Acendeu uma nova luz em meu olhar Fez nascer a primavera onde o inverno não passou E me deu motivos para recomeçar” (Pe. Fábio de Melo) A nossa vida é assim: uma continuidade de recomeços. […]

104. Missa de Natal – Comunhão

Vejam só que buniteza Comê junto é muito bão -lá-iá Jesus juntim de sua famía Fez um tanto de refeição -lá-iá Toda manhã em sua casa O bom cheirinho do café -lá-iá E no forno o pão de queijo Amassado por José -lá-iá Na cozinha de Maria Muitas veiz ele armoçô -lá-iá Com José tiçano […]

99. Missa de Natal – Ato Penitencial

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Piedade, meu Deus vivo, Piedade, meu Sinhô. Confiamo em sua bondade Nos socorre, faiz favô. Piedade, Deus minino, Piedade bão Jesuis. Precisamo de sua força. Precisamo de sua luiz. Piedade, ó Deus vivo, Piedade, tem amô Nóis num somo gente santa Somos povo pecadô. Poesia anterior: 98. Missa de Natal – Entrada Próxima poesia: em breve…

98. Missa de Natal – Entrada

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Óia só quem já vem vino  Óia só quem já vem lá  Uma estrela tá luzino e-ô E a multidão chega a cantá Vem gente de toda banda.  Vem muié, home e menino Todo mundo já vem vê ê-ô Nosso Deus tão pequinino  Pros festejo do Natal os convidado tão chegano Vejo alegre os compade ê-ô E […]

97. Estreitezas

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O entardecer me encheu de poesia. Mas ela não tinha palavras. Era um estupor com tristeza… A lembrança de uma música e a saudade do desconhecido. Essas coisas sem nome que acertam a gente, enquanto o sol se esconde entre nuvens rubras… Tentei ainda assim escrevê-las, mas as poesias mudas não aceitam desobediências. As palavras […]