Artigo por Solange do Carmo

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106. Jogo do empurra

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O dono da empresa culpou o engenheiro. O engenheiro culpou o encarregado. O encarregado culpou o sentinela. O sentinela culpou o operador da sirene. O operário da sirene culpou o povo, que era surdo. O povo morreu soterrado, sem tempo de culpar ninguém. Só o dono da empresa não foi culpado de nada. Dormiu em […]

105. Missa de Natal – Final

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Oia só que bilizura No casebre pequenino  O bom José e sua Maria, uai No balaio, o Deus minino. Tem jardim lá no terrero Hortelã, rosa e jasmim. Está tudo uma buniteza, uai Nunca vimos coisa assim.  Vejo rosas lá no pé E Maria a lavorá  Tô escutano o bom José, uai Cantano cantiga de niná […]

99. Missa de Natal – Ato Penitencial

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Piedade, meu Deus vivo, Piedade, meu Sinhô. Confiamo em sua bondade Nos socorre, faiz favô. Piedade, Deus minino, Piedade bão Jesuis. Precisamo de sua força. Precisamo de sua luiz. Piedade, ó Deus vivo, Piedade, tem amô Nóis num somo gente santa Somos povo pecadô. Poesia anterior: 98. Missa de Natal – Entrada Próxima poesia: em breve…

98. Missa de Natal – Entrada

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Óia só quem já vem vino  Óia só quem já vem lá  Uma estrela tá luzino e-ô E a multidão chega a cantá Vem gente de toda banda.  Vem muié, home e menino Todo mundo já vem vê ê-ô Nosso Deus tão pequinino  Pros festejo do Natal os convidado tão chegano Vejo alegre os compade ê-ô E […]

193. Ode à imbecilidade

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  “A sabedoria esteve ao seu lado, contra a cobiça dos opressores” (Sb 10,11) “A internet deu voz aos imbecis” (Humberto Eco)   Assistimos a um desfile de bobagens na internet, na TV, na política, na religião… Parece que quanto menor o bom senso, maior a projeção nas redes sociais. Quanto maior a ignorância, maior […]