Artigo por Frei João Júnior – OFMCap.

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176. Bons propósitos

Senhor, Ajuda-me a não fechar os olhos diante das ruínas E a mantê-los bem abertos, Para que não percam o amanhecer, Quando saírem os primeiros raios de sol. Senhor, Ajuda-me a não fechar os ouvidos diante dos barulhos estridentes E a mantê-los bem abertos, Para que não percam o cantar dos pássaros, Quando começarem a […]

14. Pó

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Equilibramos o amor num fio de navalha, tal como, um dia, o sopro divino se susteve sobre um grão de pó. Poesia anterior:      13. Uma toalha, sua veste talar Próxima poesia:     15. Reminiscências  

33. Chuvas

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Não me parecem águas duradouras…
Chegaram tempestuosas, ao amanhecer, em ruidosa revelia,
com promessas de saciedade e aplacamento das chamas insaciáveis…