Artigo por Eduardo César Rodrigues Calil

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36. A-diagnose

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A-diagnose   Dói Sem razão, Sem ocasião, De repente. Um solavanco, Uma solapada De tristeza Amarga -como se bebesse Fel. Aperta as entranhas, Esmaga o peito. Faz as lágrimas Correrem como Correntezas turbulentas. O que dói? Não sei. O que houve? Não sei. Deve ser a Minha finitude Se remexendo em Seu leito.    

26. Inconformismo

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Parei quase chegando Em Emaús. Não quero voltar… Não quero. Sento-me, pois, E fico esperando Aquele forasteiro Que na caminhada dura, Demora a vir. Poesia anterior:    25. Todos os dias Próxima poesia:    27. Avante

20. Procurar-te

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Procurar-te por todas as esquinas do tempo,
entre os ponteiros dos segundos e dos minutos…
Escalar as escarpadas colinas de meus dias,
em busca de teus solenes e indispensáveis acenos…

31. A Igreja se metendo em política

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O Brasil há alguns anos era desacreditado de política. Como votar é obrigatório, então não tinha como fugir. Eleger sem responsabilidade certos candidatos era um costume, porque política era desinteressante e nada iria mudar mesmo. Mas, de repente, começamos a…

132. Mulheres

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Jamais terei condições de medir as tristezas e alegrias de ser mulher, mas acho justo respeitar tais dores. O corpo feminino é diferente do corpo masculino e muito mais complexo. Sei que TPM não é frescura; entendo também que…