Artigo por Eduardo César Rodrigues Calil

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105. Missa de Natal – Final

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Oia só que bilizura No casebre pequenino  O bom José e sua Maria, uai No balaio, o Deus minino. Tem jardim lá no terrero Hortelã, rosa e jasmim. Está tudo uma buniteza, uai Nunca vimos coisa assim.  Vejo rosas lá no pé E Maria a lavorá  Tô escutano o bom José, uai Cantano cantiga de niná […]

99. Missa de Natal – Ato Penitencial

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Piedade, meu Deus vivo, Piedade, meu Sinhô. Confiamo em sua bondade Nos socorre, faiz favô. Piedade, Deus minino, Piedade bão Jesuis. Precisamo de sua força. Precisamo de sua luiz. Piedade, ó Deus vivo, Piedade, tem amô Nóis num somo gente santa Somos povo pecadô. Poesia anterior: 98. Missa de Natal – Entrada Próxima poesia: em breve…

98. Missa de Natal – Entrada

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Óia só quem já vem vino  Óia só quem já vem lá  Uma estrela tá luzino e-ô E a multidão chega a cantá Vem gente de toda banda.  Vem muié, home e menino Todo mundo já vem vê ê-ô Nosso Deus tão pequinino  Pros festejo do Natal os convidado tão chegano Vejo alegre os compade ê-ô E […]

97. Estreitezas

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O entardecer me encheu de poesia. Mas ela não tinha palavras. Era um estupor com tristeza… A lembrança de uma música e a saudade do desconhecido. Essas coisas sem nome que acertam a gente, enquanto o sol se esconde entre nuvens rubras… Tentei ainda assim escrevê-las, mas as poesias mudas não aceitam desobediências. As palavras […]

189. Replantios

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Faria bem ao animal humano descobrir que ele é parte da natureza. Que ele está não só em interação, mas em dependência do rio, do ar, da vegetação e dos animais não-humanos com os quais convive. Mas uma má interpretação do texto bíblico fez o…