Livros Bíblicos

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12. O livro de Naum: Um dia é da caça; outro, do caçador…

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O livro de Naum é um daqueles intrigantes textos da Bíblia que, se lido sem prévia orientação, pode causar antipatia e aversão no leitor. Os oráculos de Naum contra a Assíria – cuja capital era Nínive – parecem pesados demais para nossos corações sensíveis, já tocados pela boa nova do evangelho que nos orienta a amar e a perdoar até mesmo os inimigos (cf. Mt 5,43-48).

11. O livro de Miqueias: Deus não tolera o mal

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Ecoa ainda forte e vigorosa, a voz de Miquéias no meio de nós. Até parece que nosso profeta, vindo de Morasti, na verdade vive entre nós e assiste os noticiários da TV e lê as notícias escabrosas de nossos jornais. Propinas, mensalões, corrupções, licitações falsas…

9. O livro de Amós: Coragem e determinação no anúncio da Palavra de Deus

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O profeta Amós era da cidade de Técua, ao sul de Jerusalém. Apesar de ser do Reino do Sul, sua atividade profética (século VIII aC, quando reinava Jeroboão II) é dita como exercida no Norte, especificamente em Betel, cidade da região que se tornara centro religioso, juntamente com a cidade de Dã, onde Jeroboão I mandara erguer um lugar para o culto.

8. O livro de Joel: No meio da catástrofe, a esperança

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O livro de Joel fala sobre o dia do Senhor e traz textos belíssimos, promessas maravilhosas, mas não deixa de ter trechos obscuros. Fica-nos, ao ler o livro, uma sensação de que ele é como uma roupa, um vestido, por exemplo, constituída de dois tecidos diferentes. Nem por isso o texto perde sua beleza e sua capacidade de comunicar a experiência de Deus!

4. Jonas: A misericórdia de Deus abraça a todos

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Como todo midraxe , o livro de Jonas foi escrito para atualizar as Escrituras. No caso de Jonas, o texto que serviu de ponto de partida para a criação desta bela novela é Ex 34,6-7: “O Senhor, o Senhor, Deus misericordioso e clemente, é paciente, rico em bondade e fiel; conserva a misericórdia por mil gerações e perdoa culpas, rebeldias e pecados, mas não deixa nada impune, castigando a culpa dos pais nos filhos e netos, até terceira e quarta geração”.