Literatura

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35. Meu ipê

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Em êxtase de cores prenunciam os ipês a primavera. Caem folhas, eclodem as flores e a cidade se pinta em mil tons. Meu coração é um pé de ipê. Ele flori ao primeiro vestígio primaveril, flores de amor, de amor novo, daqueles sentidos sem consumação. Um ipê florescido degela a frieza de qualquer rigoroso inverno. […]

36. A-diagnose

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A-diagnose   Dói Sem razão, Sem ocasião, De repente. Um solavanco, Uma solapada De tristeza Amarga -como se bebesse Fel. Aperta as entranhas, Esmaga o peito. Faz as lágrimas Correrem como Correntezas turbulentas. O que dói? Não sei. O que houve? Não sei. Deve ser a Minha finitude Se remexendo em Seu leito.    

35. Sentiment(R)os

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Um sorriso tímido, de lábios tortos, escondido no canto da boca; vontade de abraços e conversa ao pé do ouvido. porém, corredores imensos, lonjuras de poucos centímetros. Poesia anterior: 34. Ecos de esperança…  Próxima Poesia: em breve…

33. Um minuto

Um minuto com quem faz sentido para a tua alegria, tem sabor de para sempre…

30. Soneto da mágoa

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Que mágoa, tenho, às vezes, de ti, Pátria Amada!
Ao ver-te assim, tão submissa, tão ultrajada!
Minha Pátria verde, amarela, branca ou escrava…

28. Ele desenhou

 (Pe. Mauro José Ramos) Ele desenhou um sol e mostrou à professora, que o questionou: “Por que está sem colorir, menino?” Ele respondeu: “Porque chove, professora!” Poesia anterior:     27. Avante Próxima poesia:    29. ‘Bunita que só’