Retiro de preparação para a Primeira Comunhão: Eucaristia (2)

5) Segunda reflexão
A VIDA FRATERNA DOS SEGUIDORES DE JESUS
(Novamente em círculo, iniciar a reflexão conversando sobre a partilha que foi feita em duplas. Ver a profundidade das respostas, ajudar a turma a repensar essas questões, insistir nos pontos que parecem ainda frágeis. Depois, convidar para um segundo momento, também muito importante: uma breve reflexão sobre a vida dos seguidores de Jesus. )
– Nós somos discípulos de Jesus. Mas como vivem os discípulos de Jesus? Ser discípulo de Jesus é viver de qualquer modo ou os amigos de Jesus têm um modo próprio de vida, um estilo de vida de acordo com os ensinamentos do mestre? Vamos ver na Bíblia um bonito relato sobre a vida dos seguidores de Jesus. Esse texto vai nos ajudar a perceber as características dos discípulos de Jesus.

(Ler At 2,42-47: primeiro alguém proclama o texto em voz alta, depois cada um pode ler de novo em silêncio)

“Os discípulos perseveravam fiéis à doutrina pregada pelos apóstolos, participavam das reuniões em comum, da fração do pão e das orações. Todos eles estavam cheios de grande respeito pelas coisas de Deus; e os apóstolos realizavam numerosos prodígios e sinais. Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum. Vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um. Perseverantes e bem unidos, frequentavam o templo, partiam o pão pelas casas e tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e conquistavam a simpatia de todo o povo. E a cada dia mais pessoas eram atraídas pelo Senhor para se ajuntarem a eles”.

(Fazer breve partilha. Cada um poderá dizer o que achou mais importante no modo de vida dos seguidores de Jesus. Depois fazer a reflexão abaixo.)
– A primeira característica dos seguidores de Jesus que o texto dos Atos dos Apóstolos nos mostra é a perseverança. De nada adianta receber Jesus pela primeira vez, se não for para perseverar na amizade com ele. Essa é uma qualidade muito importante que os seguidores de Jesus precisam ter. O texto fala principalmente da perseverança nos ensinamentos de Jesus. Isso significa que o discípulo nunca aprendeu tudo do mestre. Ele é um eterno aprendiz. Ele deve continuar sempre procurando se aprofundar nas coisas do mestre. A caminhada de seguidores de Jesus não é como um curso que tem fim, quando a gente recebe um diploma e já é doutor naquilo que estudou. No seguimento de Jesus, somos sempre discípulos e não mestres, somos aprendizes, somos pessoas sempre abertas a aprender mais e mais, pois a vida é cheia de desafios que não cessam de se apresentar a nós. Por isso é tão importante perseverar na catequese depois da primeira comunhão. Não estamos formados. Não terminamos um curso. Começamos uma caminhada de discipulado com Jesus e é preciso perseverar nesse caminho, sem desanimar.
– Outra característica dos apóstolos era a comunhão deles com a comunidade de fé. Eles participavam das reuniões em que se celebrava a fração do pão, que é a Eucaristia. Quem faz a primeira comunhão precisa continuar em comunhão, por isso precisa participar da Missa sempre, pelo menos uma vez por semana. Não adianta comungar uma vez e depois desaparecer. A frequência na comunidade é muito importante.
– Os discípulos tinham outra característica importante: eram pessoas de oração. Estavam sempre unidos rezando com seus irmãos de fé ou rezando em suas casas, no silêncio de seu quarto ou com suas famílias. A oração é uma forma de melhorar nosso diálogo com Deus e estreitar mais nossa amizade com ele. É muito importante rezar sempre para manter a comunhão com Jesus.
– Os discípulos eram também pessoas generosos, fraternas, que partilhavam suas vidas e seus bens. Para seguir Jesus, é preciso saber partilhar a vida como ele mesmo fez. Quem se fecha em seu egoísmo e só pensa em si não consegue seguir Jesus. Sente-se um estranho no grupo, porque a fraternidade é a marca dos seguidores de Jesus. Partilhar nossos bens e nossos dons não é uma obrigação; é uma graça que nos foi dada. Ver os amigos e irmãos vivendo felizes sem passar necessidades é uma alegria incomparável. É por isso que o texto termina dizendo que eles viviam felizes, louvando a Deus pela sua amizade. E cada dia mais gente queria viver assim: sendo discípulo de Jesus.
– Que tal cantar algo bem bonito depois da reflexão?
– Se for conveniente, fazer breve intervalo.

6) Terceira reflexão
A CELEBRAÇÃO DA MISSA
(Pode ser que a turma já tenha boa vivência litúrgica e não precise desta parte do retiro. Como estamos acolhendo na catequese todas as pessoas de boa vontade, independente da vivência religiosa familiar, anexamos essas informações que podem ser úteis na formação dos catequizandos, que a partir de agora devem ser incentivados ainda mais que antes a participarem da Missa na comunidade á qual pertencem. O catequista faça com sua coordenação o discernimento sobre a importância dessa reflexão, mantendo-a ou eliminando-a conforme sua realidade catequética)

– Vamos agora conversar sobre a celebração da missa. A gente comunga dentro de uma grande celebração, que chamamos Missa ou Eucaristia. A missa é dividida em várias partes. Vamos entender melhor? (O catequista pode fazer cartazes. Isso ajuda a entender melhor).

– Primeira parte da missa: RITOS INICIAIS

Ritos iniciais:
– Canto inicial
– Sinal da cruz
– Saudação
– Ato penitencial
– Glória
– Oremos

– A missa começa com um canto. A gente, nessa hora, fica em pé. Enquanto todos cantam, entra o padre ou bispo que presidirá a celebração, acompanhado dos ministros e demais pessoas que vão se envolver no desenrolar dos ritos.
– O padre começa a missa, fazendo o sinal da cruz: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. A gente responde: Amém. O sinal da cruz é para lembrar que a gente se reúne em nome de Deus. Esse Deus é nosso Pai criador, é Jesus o filho de Deus nosso Salvador e é Espírito que nos santifica. É Deus quem nos convida para a celebração da Eucaristia e é por causa dele que estamos ali.
– Depois o padre faz uma saudação com palavras tiradas da Bíblia. São palavras mais ou menos assim: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a força do Espírito Santo estejam com vocês”. A gente responde: “Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo”. Vejam que bonita a resposta: A gente está louvando a Deus, porque ele nos reuniu no amor de Cristo. É muito bom viver unido com os irmãos no amor de Jesus.
– Depois o padre convida o povo para um momento penitencial. A gente reconhece que Deus é bom e nos acolhe, para nos ajudar a superar nossas fraquezas. Vamos à missa em busca da força de Deus. Precisamos dessa força, porque somos fracos. Deus sabe disso e quer nos ajudar. O momento penitencial é para a gente invocar a misericórdia e a ajuda de Deus. Nessa hora, pode-se cantar uma música ou fazer orações. Uma oração muito comum nessa hora é aquela em que o padre reza com o povo: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós.
– Terminado o canto ou a oração, o padre diz: “Deus todo poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna”. A gente diz: “Amém”. Vejam que a gente está lembrando a vida eterna, porque Jesus disse que a gente devia celebrar a ceia eucarística, até o dia em que vamos cear com ele no céu. A Eucaristia nos sustenta enquanto estamos nesse mundo, caminhando com fé e esperança para a glória eterna.
– Depois desse momento, a gente reza ou canta o glória, que é um hino de louvor a Deus. Se possível, é bom também a gente saber de cor o Hino do Glória, que é uma oração muito antiga de nossa Igreja.

Glória a Deus nas alturas! E paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo poderoso. Nós vos louvamos. Nós vos bendizemos. Nós vos adoramos. Nós vos glorificamos. Nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, filho unigênito. Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o santo. Só vós o Senhor. Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo. Com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

– Depois, o padre diz “oremos” e faz uma oração que se chama coleta. Ele recolhe todas as nossas preces e reza a Deus em nosso nome: daí o nome coleta. A gente acompanha em silêncio e responde “amém” no final. Assim, terminam os ritos inicias.

– Segunda parte da Missa: RITO DA PALAVRA

Rito da Palavra:
– Primeira Leitura
– Salmo
– Segunda Leitura
– Aclamação
– Evangelho
– Homilia
– Profissão de Fé
– Preces

– O Rito da Palavra é a segunda parte da missa. Ele começa com o povo escutando a Palavra de Deus. São feitas duas ou três leituras da Bíblia, sendo que a última é sempre uma leitura do Evangelho. É a leitura principal da missa. Depois da primeira leitura, costuma ser rezado um salmo. O povo fica assentado durante essas leituras, mas se levanta para ouvir o Evangelho, o que simboliza a prontidão necessária para cumpri-lo.
– Após as leituras, o leitor diz: “Palavra do Senhor!” e o povo responde: “Graças a Deus!”. Após o Evangelho, o leitor diz: “Palavra da Salvação!” e o povo diz: “Glória a vós, Senhor!”.
– Depois, o povo se senta e o padre faz a homilia ou pregação, para ajudar o povo a compreender o sentido das leituras e a mensagem de Jesus para aquele dia. Afinal é preciso viver a Palavra de Deus! Então, é hora de prestar muita atenção.
– Depois disso, o povo se levanta e faz a profissão de fé e as preces. A profissão de fé é para dizer que a gente crê na Palavra de Deus que acabou de ouvir e se compromete com ela. É costume rezar uma profissão de fé que faz um resumo dos pontos mais importantes da nossa fé. É bom até saber de cor:

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

– As preces são para a gente pedir a Deus a força para por em prática o que ele nos ensinou.
– Quando o padre anuncia o Evangelho, é costume a gente fazer três cruzes: uma na testa, outra na boca e outra no peito. Esse gesto é para pedir a Deus que purifique nossa mente, nossos lábios e nosso coração para escutarmos a Palavra que vai ser anunciada no Evangelho. A gente pode fazer as cruzes em silêncio ou dizer: “Purificai, Senhor, a minha mente, os meu lábios e o meu coração, para que eu possa amar, acolher e anunciar vossa Palavra.”

– Terceira parte da Missa: RITO SACRAMENTAL

Rito sacramental
– Ofertório
– Oração Eucarística
• Prefácio
• Santo
• Consagração
• Intercessões
• Conclusão
– Rito da Comunhão
• Pai nosso
• Oração pela paz
• Cordeiro de Deus
• Comunhão
• Momento de silêncio
• Oremos

– O Rito Sacramental começa com o ofertório. É o momento de ofertar a Deus a nossa vida. Nessa hora, pode-se ficar sentado. Ou fazer a procissão do ofertório, se for esse o costume. Durante o canto, o padre prepara o altar e oferta a Deus o pão e o vinho que serão, depois, consagrados e se tornarão corpo e sangue de Cristo, na comunhão. O padre encerra o ofertório, lavando as mãos, em um gesto simbólico que lembra a pureza de coração. Enquanto lava as mãos, o padre diz assim: “Lavai-me, Senhor, das minhas faltas e purificai-me dos meus pecados”. Ele se lembra de que ele também é pecador.
– Então, o padre diz “Orai, irmãos, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo poderoso!”. O padre está nos convidando a rezar para que Deus aceite com bondade a nossa oração. O sacrifício é o sacrifício de Jesus, que se entregou na cruz por amor a nós. O sacrifício é a Eucaristia toda, que torna presente a entrega de Jesus na cruz. A gente se levanta e diz: “Receba, o Senhor, por tuas mãos, este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja!” .O povo diz isso para o presidente da celebração, no caso, o padre: Que o Senhor receba, pelas mãos do padre, a oração que todo o povo apresenta na celebração da Eucaristia.
– Aí começa a Oração Eucarística. Primeiro vem o Prefácio, que é a abertura da Oração Eucarística. O padre diz: “O Senhor esteja convosco”. O povo responde: “Ele está no meio de nós”. O padre: “Corações ao alto”. O povo: “O nosso coração está em Deus”. O padre: “Demos graças ao Senhor nosso Deus”. O povo: “É nosso dever e nossa salvação”.
– São palavras bonitas que fazem a abertura do Prefácio, lembrando que Jesus está no meio de nós, que nós estamos com o coração no alto, ou seja, em Deus, e que nos sentimos felizes em dar graças, em agradecer ao Senhor nosso Deus. Depois o padre reza o prefácio e nos convida a cantar ou rezar o santo.
– Trata-se de uma oração antiga para lembrar a santidade e a bondade de Deus. É bom saber de cor:

“Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas. Bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas.”

– “Hosana” é um pedido de ajuda. Significa: “Salvai-nos, Senhor.” Foi isso que o povo pediu a Jesus, quando ele entrou em Jerusalém e o povo o recebeu e festejou com ramos. A gente recorda isso em toda Missa. Essa oração lembra que Deus é santo e que ele nos socorre. Jesus é aquele que veio em nome do Senhor, para socorrer o seu povo.
– Depois do Santo, vem a consagração. A gente se ajoelha nessa hora, em sinal de adoração. Nesse momento, o padre invoca o Espírito Santo para que o pão e o vinho se tornem corpo e sangue de Cristo. O padre diz então as palavras de Jesus que estão relatadas nos Evangelhos quando narram a última ceia. “Tomai e comei… Tomai e bebei…” Quando o padre ergue a hóstia consagrada, a gente acompanha e reza em silêncio. Se o padre ergue é para que todos olhem. Não é hora de abaixar a cabeça. A mesma coisa se faz quando o padre ergue o cálice. Ergue para que seja visto. Então, a gente olha e reza em silêncio.
– Então, o padre diz ou canta: Eis o mistério da fé. A gente se levanta e responde, rezando ou cantando, uma oração que lembra o sentido da Eucaristia.

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

– O sentido é simples: celebrando a Eucaristia, fazemos presente a morte e a ressurreição de Jesus e ficamos esperando sua vinda, ou seja, o dia em que vamos cear com ele na eternidade. Há outras respostas, que podem ser cantadas ou rezadas, sempre com o mesmo sentido: lembrar que ao celebrar a Eucaristia a gente faz memória de Jesus que deu a vida por nós, ressuscitou e por isso está vivo junto de nós e nos aguarda, para participar um dia com ele da vida eterna.
– A seguir, o padre faz diversas orações, pedindo a Deus pela Igreja, pelo povo, pelos mortos, etc. É o que chamamos de intercessão.
– No final, o padre ergue o cálice e a hóstia consagrada e diz: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, agora e para sempre”. O povo diz ou canta o “Amém”. É a conclusão da Oração Eucarística.
– Começa, agora, o Rito da Comunhão. São orações que preparam nosso coração para receber Jesus na Eucaristia.
• O Pai Nosso, oração que Jesus nos ensinou, lembra que todos somos irmãos, filhos do mesmo Deus Pai e, por isso, devemos estar em comunhão também com as pessoas com quem convivemos. A Eucaristia é comunhão com Jesus e com as pessoas. Depois do Pai Nosso, quando rezado na missa, não se diz o “amém”, porque o padre dá sequência à oração, dizendo: “Livrai-nos, ó Pai, de todos os males…” E o povo responde: “Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre”. Quando se reza o Pai Nosso fora da missa, diz-se o “amém”.
• Depois, o padre reza a oração da paz: “Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos, eu vos dou a paz, eu vos deixo a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja. Dai-lhe, segundo vosso desejo, a paz e a unidade. Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo”. Todos respondem: “Amém”.
• Depois, pode-se fazer uma saudação (abraço da paz) que é facultativa. Quando feita, serve para mostrar que queremos a paz não somente para nós, mas para os outros também.
• Depois se reza o “Cordeiro de Deus” – ou se canta, lembrando que Jesus é o cordeiro que se parte e se reparte entre nós. Ele se doa e tira o pecado do mundo.
• O padre ergue a hóstia e convida a todos, em nome de Jesus, para a comunhão: “Felizes os convidados para a ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.
• E a gente responde: “Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e eu serei salvo”. Essa frase é muito importante. Somos convidados por Jesus para participar da ceia da Eucaristia. Diante desse convite, a gente reconhece, com humildade, que nem é digno de participar da ceia com Jesus. Mas ele nos torna dignos. Por maior que seja a nossa fraqueza, para Deus basta uma simples palavra, ou um simples gesto e somos salvos e santificados para participar da Eucaristia.
• Depois disso, a gente vai comungar. O padre ou ministro ergue a hóstia e diz: “O corpo de Cristo”. A gente diz: “Amém”. E recebe a hóstia, na mão ou na boca, e comunga ainda diante do padre ou do ministro. Não é correto sair carregando a hóstia pela igreja afora.
• A gente volta para o lugar e continua cantando o canto da comunhão. Depois do canto, haverá um breve momento de oração em silêncio, para que cada um converse com Deus, renove sua fé, agradeça a Jesus pela presença que fortalece nossa vida.
• O padre dirá “Oremos”, convidando o povo a rezar. O povo fica em pé. O padre faz uma breve oração que o povo acompanha em silêncio, dizendo “amém” ao final. Termina aqui o Rito Sacramental.

– Quarta parte da Missa: RITOS FINAIS

Ritos Finais
– Avisos
– Homenagens
– Bênção final

– Os Ritos Finais são o encerramento da Missa. É hora de dar os avisos de interesse da comunidade. É hora de fazer também as homenagens devidas: cantar parabéns para os aniversariantes, por exemplo.
– Depois, o padre dá a bênção final e sai. Enquanto isso, canta-se. O certo é o povo esperar o padre sair do altar para só então ir embora, sem muita correria.

7) Oração e despedida
– Convidar a turma para encerrar o retiro rezando.
– Cantar alguma música apropriada.
– Fazer preces espontâneas pedindo a Jesus as qualidades necessárias para ser bom discípulo. A resposta poderá ser; “Venha nos ajudar, senhor!”.
– Encerrar rezando o Pai Nosso.
– Despedir alegremente. Conduzir a turma de volta até o local combinado com os pais.


Encontro anterior:     Retiro de preparação para a Primeira Comunhão: Eucaristia (1)
Próximo encontro:     Catequese com adolescentes e jovens – Módulo 5 – 4ª etapa – 1º Encontro
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