Dona, repare, a bondade tem rosto,
ela olha pra gente,
esboça até sorriso.

Espia, Dona, ela se senta com a gente à
esvazia uma, duas garrafas de vinho seco,
enche de doçura o coração da gente.

Repare, Dona, a mão dela é quente,
o abraço revira as entranhas,

Causa abrigo.
Rouba sorrisos.
Ufa! Posso dormir em paz.
Não estou só!


Poesia anterior:     38. O futuro
Próxima poesia:    40. Demoras
Print Friendly
Print this pageShare on Facebook0Tweet about this on TwitterShare on Google+0Email this to someoneShare on Tumblr0