Hoje, mais do que em qualquer outro tempo de nossa história, temos acesso a um mundo de informações e à pluralidade do modo como os seres humanos vivem e pensam, em todos os lugares. E, ao mesmo tempo, temos sido cada vez mais intolerantes, mais violentos, mais odiosos do diferente, menos capazes de acolher e compreender. Se cremos verdadeiramente no Ressuscitado, deveríamos confiar que seu Espírito será sempre maior e mais amplo do que nossos estreitos modos de compreender e crer. E que, por isso mesmo, a fé cristã pode ser vivida autenticamente por quem quer que seja, a partir dos caminhos da vida de cada um – de seus traços identitários, de sua identidade sexual, de sua narrativa existencial, de seus sonhos mais profundos, do valor e do sentido que floresce da intimidade do coração… Se “Cristo que é tudo em todos” convida a essa esperança, longe de nós duvidar dela!


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