Que poderia eu pedir a Jesus?

Deitado numa manjedoura se fez alimento
para o mundo em Belém, a casa do Pão.
Assim se tornou meu sustento.

Já moço feito, deixou pai e mãe
para abraçar outra família e nela me incluiu.
Me tornei sua irmã.

Durante seu ministério, acolheu pobres,
abandonados, sofredores e doentes.
Não olhou minhas fraquezas e me incluiu no seu grupo,
aceitando-me como sua discípula.

Depois, a caminho de Jerusalém,
curou cegos, coxos, paralíticos, ressuscitou mortos.
Tomou-me pela mão e curou minhas feridas,
capacitando-me para seu seguimento.

Na cruz, se fez maldição para abençoar os malditos do mundo.
Do seu madeiro,  jorrou salvação e me tornei redimida.

No sepulcro vazio, ensinou que a vida vence a morte
e que a esperança é virtude para os fortes.
Chamou-me pelo nome
e me fez apóstola da ressurreição.

Então, derramou seu Espírito em abundância,
sem discriminar ninguém,
e também a mim deu sua unção,
tornando-me sua testemunha.

Hoje, alimentada por ele e refeita por seu Espírito,
sigo resistente na semeadura de sua Palavra.
Minha gratidão se faz prece na acolhida dos mais pequeninos,
com os quais ele se identifica.

Só resta dizer:
Obrigada!

Amém!


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