É costume viver o hoje sem pensar muito nas pelejas do amanhã. “Nada como um dia depois do outro”, dizemos. As forças da juventude parecem eternas e nos iludimos que tudo vai prosseguir sem maiores atropelos. Mas adverte o Eclesiastes: uma hora vamos ter medo das alturas e os sobressaltos do caminho vão nos amedrontar. Então, com os cabelos brancos como amendoeira em flor, pode ser que o gafanhoto da vitalidade se sinta pesado. Vamos precisar de uma mão estendida. Vamos precisar de um olhar de ternura. Vamos precisar de coração acolhedor. Melhor começar desde já o exercício da humildade e da fraternidade.


Versículo anterior:    242

Próximo versículo:    244
Print Friendly, PDF & Email