O sol se põe, cai a noite e a escuridão vem sorrateira. Mas a vida não para. As máquinas não são desligadas; as luzes não se apagam; as estradas não se esvaziam. Corremos afoitos atrás do pão – e de bem mais do que precisamos – com o suor de nosso rosto. Ficamos afadigados, dormimos exaustos. E recomeçamos tudo no outro dia, sem tempo para gerir a vida, a dor, a alegria. Diminuir o ritmo da vida não é luxo; é saber viver. O corpo pede um pouco mais de calma; o coração pede um pouco mais de amor. Precisamos de tempo para viver.


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