A gente tem água e fogo diante de nós e pode escolher para qual estender a mão. O problema é discernir água e fogo como perigosos ou como alentos para a vida. O fogo, a princípio perigoso, pode queimar, mas também pode aquecer, cozer os alimentos, iluminar. A água, a princípio benfazeja, pode saciar a sede, fazer brotar a vida, lavar o corpo, mas também pode matar, tragar, arrancar o último suspiro. Saber discernir o que se apresenta aos nossos olhos não é tarefa fácil, especialmente quando se refere ao campo político. Por trás de discursos de defesa da família e da tradição, se escondem verdadeiros déspotas, inimigos do povo e da fé cristã. É preciso ver além do que a mídia oportunista mostra.


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