Essa é uma das palavras mais surpreendentes e provocativas de Jesus. O dono da vinha paga a mesma diária a todos os trabalhadores, os que chegaram na primeira e os que chegaram quase no fim do dia. Com a ótica de nossa justiça, isso é inaceitável. A parábola nos revela que é egoisticamente inútil contabilizar a bondade de Deus, ou até mesmo acreditar que ele nos retribui conforme as nossas obras. Deus é amor e sua misericórdia independe de nós. Ele age segundo seu amor e não segundo nossa mediocridade. Ele inverte a lógica humana, fazendo dos primeiros os últimos e dos últimos os primeiros.


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