Preocupa a alguns católicos o número de casais em segundas núpcias que frequentam a comunidade eclesial. Alguns têm verdadeira obsessão por esta questão, como se contrair matrimônio depois de uma primeira experiência matrimonial frustrada fosse o único mal do mundo. Certamente todos nós torcemos e rezamos para que os casais se mantenham unidos e se amem para sempre, mas, uma vez desandada a relação e não tendo volta, não deveríamos encarar com mais naturalidade o fato de os cônjuges buscarem outro parceiro? Não deveríamos orientá-los em relação a seus direitos de pedir a nulidade no Tribunal Eclesiástico? Afinal, segundo especialistas no assunto – como o Pe Jesus Hortal, jesuíta, canonista de maior renome no Brasil – mais da metade dos matrimônios que vemos por aí são nulos; não tiveram as condições necessárias para serem válidos. Nossa gente tem direito a ser bem orientada e acolhida na Igreja.

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