Deus menino, é a ti que rezamos.

A ti, que és pequenino e frágil, necessitado de cuidados.

Olhamos-te na manjedoura, envolto em faixas, como qualquer outra criancinha.

Tu, que precisas de cuidado, na verdade, cuidas de nós.

Tu, que te mostras tão frágil, na verdade, és nossa força.

Tu, que choras o susto do nascimento, na verdade, és para nós causa de contentamento.

Tu, que sentes fome e procuras o seio de tua mãe, na verdade és nosso alimento.

Tu, que sentes frio no relento de Belém, na verdade, és o nosso agasalho.

Tu, que não encontrastes abrigo na hora de nascer, na verdade, és nossa proteção.  

Tu, que encontras amor nos braços de teus pais, na verdade, és o amor que nós procuramos.

Amém!

Fotografia de Rafael Hoffmann


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