Senhor,
quantas vezes,
como os discípulos que se dirigiam à Emaús,
caminhamos com o coração estreitado
pelo medo e pela falta de confiança,
já sem esperança, mas sedentos de tua presença e do amor.

Senhor,
quantas vezes, diante das dificuldades,
baixamos nossa cabeça, os olhos
voltados para o chão e não para o horizonte,
eles estão cerrados pelo aparente fracasso de um projeto.
É, Senhor, somos débeis,
com facilidade nos esquecemos
que caminhas conosco e que tua palavra é sustento.

Senhor,
que a tua palavra encontre morada em nossos corações,
que ela nos devolva a esperança,
afugente os nossos medos
e abra os nossos olhos para perceber
a tua presença constante ao largo do caminho.


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