Senhor, quantas vezes, como os discípulos que se dirigiam à Emaús, caminhamos com o coração estreitado pelo medo e pela falta de confiança, já sem esperança, mas sedentos de tua presença e do amor.

Senhor, quantas vezes, diante das dificuldades, baixamos nossa cabeça, os olhos voltados para o chão e não para o horizonte, eles estão cerrados pelo aparente fracasso de um projeto. É, Senhor, somos débeis, com facilidade nos esquecemos que caminhas conosco e que tua palavra é sustento.

Senhor, que a tua palavra encontre morada em nossos corações, que ela nos devolva a esperança, afugente os nossos medos e abra os nossos olhos para perceber a tua presença constante ao largo do caminho.


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