Não é de hoje essa história que Deus nos procura, vem ao nosso encalço, como o pai da parábola lucana que foi ao encontro do filho perdido (cf. Lc 15,11-32). A Escritura Sagrada não se cansa de nos alertar: Deus – nosso pai – nos trata como filhos e nos procura, pois nos ama. Foi assim no começo: “Onde estás?”, perguntou Deus ao ser humano que se escondeu dele depois da queda. “Onde estás?”, pergunta a cada um de nós hoje, e vem ao nosso encontro, com braços estendidos, pronto a nos amar e nos acolher como somos.


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