Por acaso não é o grito do cego de Jericó também o nosso? Por vezes, nos descuidamos e permitimos que, pouco a pouco, nos roubem a visão. É como se uma nuvem cinzenta tivesse tomado conta de tudo, impedindo-nos de enxergar a vida com tonalidades de esperança. A experiência com Jesus nos devolve a dignidade; a fé nos rouba da marginalidade e nos devolve ao seguimento do Mestre.


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