Parece que tudo está girando
em torno do nosso egoísmo,
do problema,
do autoengano.
Ansiedade demasiada?
Turbulência profunda? SIM.
Esquecimento…Oh! frágil humano.
O AMOR de Deus é sem fim!

Pare diante da Cascata:
antes a água já corria!
Você partirá dalí… Ela continuará a correr!
E você descobrirá, com alegria,
que corre do mesmo modo, o Amor,
de quem te deu este dia.

Assim, aprenda a agradecer.
Derrame o perfume com empatia
Dizendo: Obrigado Senhor!
Vieste à minha agonia!

E se alguém, se achando, gritar:
Perfume caro, desperdiças?
Concentre-se na gratidão,
na esperança, na harmonia.
Quando nosso sistema está minguando
e pede sacrifício humano,
se descobre o que é idolatria!
Dizer que o perfume é caro
e está sendo desperdiçado,
é limitar, ao dinheiro,
o gesto que teve Maria.

Não sacrifique sentimento!
Ofereça noite e dia:
Palavras, gestos, sinais,
no caminho do amor que temos.
Mande mensagem aos amigos,
aos colegas, aos irmãos!
Procure todo tempo
ofertar bálsamo de gratidão.

Fortaleça sinais de partilha!
Pra economia: tem jeito mais não!
Agora virá novo tempo.
Reconstruiremos tudo
com muito trabalho e dedicação.

Só assim sairemos mais fortes.
Mais humanos!
Mais irmãos!
Aquebrantados e não culpados.
Agentes da transformação.
Imagem e semelhança de Deus,
cujo domínio é compaixão!


Poesia anterior:    140. Domingo de Ramos
Próxima poesia:     142. Santa quarta feira
Print Friendly, PDF & Email