Entre fotos de corpos
Desenhados,
Celebra-se uma doce
Ilusão.
E um, dois corpos
Descem ao chão…
Três mil, cinco, um milhão.
Entre vidas que gozam
No retrato,
Há um matema inegável
O real e irrecusável contrato:
A morte tem apetites.
Não deve haver
um Deus.
Mas só um Deus
Nos poderia salvar.


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