Senhor, o sol se esconde lentamente no horizonte.
E, em tons alaranjados, percebo a finitude do dia,
que me faz recordar também da minha.

Nesse momento, entendo quão pequeno,
frágil e indigente sou diante de ti e da grandeza das tuas obras.

Olho ao meu redor e percebo a indefesa flor da jabuticabeira. Tu cuidas dela.
No céu, os passarinhos em revoadas voltam aos seus ninhos.
Sei que tu também cuidas deles.

Senhor, se tu cuidas das flores dos campos e dos quintais,
se tu velas a vida e o repouso dos pássaros, confio que tu também cuidas de mim.

Só te peço, Senhor, no final deste dia,
um coração humilde para reconhecer minha finitude
e aberto o suficiente para acolher os teus cuidados.
Amém!


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