Não deixar a barbárie,
a “balbúrdia”,
a violência
Ocupar as horas dos nossos dias,
Nem o centro dos nossos discursos.

Para o decurso de nossas lutas
Não se tornar propaganda
do perverso
que mesmo malfadado

prefere ser falado.

Vamos olhar também as flores.
E dar-lhe o silêncio…

 


Poesia anterior:    115. À vida
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