Sozinho,
Nessa clausura mais
Íntima,
Longe das celas,
Mas dentro – coelum profundo,
Onde voo,
Encaro a foto do menino
Que fui.
E aqueles olhos brilhantes,
O sorriso crispado,
De canto,
Dono-de-si,
Perguntam-me
Aonde vou.


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