Bem-vindo ao fiquefirme.com.br, um site de assessoria teológico-pastoral que pode ajudar você a fazer com mais firmeza a sua caminhada de discípulo de Jesus.

Novos Artigos

206. Francisco de Assis, Francisco de Roma

Temos assistido nos últimos tempos, especialmente depois da convocação para o Sínodo da Amazônia, a um desfile de ofensas, ultrajes e insultos ao Papa Francisco. Alguns, se pudessem, pediriam sua cabeça numa bandeja, como a jovem filha de Herodíades fez com João Batista (Mc 6,17-30), ou o apedrejariam, como os…

Poesia

FOTOGRAFAR O SILÊNCIO

Eduardo César Rodrigues Calil

Entre o canto

dos passarinhos.

Beijar o sol da manhã,

Acordando a aurora fria.

A carne gélida

Pode acalentar-se

Com os sabiás…

Vídeos

Publicidade

Publicidade

Fiquefirme no Facebook

Palavra que faz viver

“Pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados” (Lc 15,18-19).

Sentir culpa ainda não é estar arrependido. A culpa destrói, o arrependimento reaviva; o remorso soterra; o arrependimento liberta. “Trata-me como um de teus empregados” é uma boa maneira de querer compensar o pai pelo prejuízo causado, pagar-lhe a dívida, deixar tudo “quitado”, sem necessidade de pedidos de perdão, de colocar-se com sinceridade diante dele, admitindo os passos errados, confiando no amor dele. No fundo, a postura do filho é ainda uma expressão de orgulho: eu gastei, eu pagarei; basto-me em minha capacidade de esbanjar e de recuperar. Porém, nas grandes encruzilhadas da vida, não é possível por preço às ofensas, estipular valores às traições, calcular prejuízos sobre a confiança quebrada. E, diante de uma dívida que não pode ser paga, só existe uma saída: o perdão. O filho, orgulhoso que ainda é, não conhece o pai que tem. Se conhecesse, saberia que, na casa desse pai, um filho nunca será empregado, será sempre filho, com lugar reservado à mesa e no coração, não importando os caminhos por onde tiver se perdido. Assim é o Pai.