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Poesia

PLANTIO

Eduardo César Rodrigues Calil

É possível sorrir
Tendo motivos pra chorar.
E não por ignorar
A crueza;
Que há sangue e dureza,
Mas por esperançar.

Planto as lágrimas
Como a sementes,
Planto as dores
Recorrentes,
Planto as novas aflições,
As que inventaram…

E as que nunca cessaram
De se reinventar.

Planto a repetição
Sempre nova,
Que renova os jeitos
Da gente sangrar.

Planto tudo e acredito,
Ou deliro?,
Que o solo maternal
Engravidado de tanta
Lágrima,
Há de quebrá-las
Como com as sementes
E com a criatividade
Da terra
Vai fazer brotar a flor.

A dor se converte em alegria,
O coração partido
Em poesia;
Metade disso é acreditar.

A outra metade exige
Suor.

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Palavra que faz viver

“Quem de vós, querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la?” (Lc 14,28)

O amor tem exigências, embora nem todas as exigências se justifiquem no amor. Toda relação implica compromissos, embora nem todas as cobranças caibam em cada relação. O seguimento de Jesus não é diferente. Nele, o encantamento inicial faz toda a diferença, mas precisa amadurecer em convicções e firmeza dos passos. Do contrário, o seguimento pode se tornar um verniz que passamos sobre nossas velhas compreensões e nossos preconceitos. Segui-lo exige deixar-se confrontar por ele – assim como amar exige deixar-se mudar pelo amor. E, por isso, é bom que, de tempos em tempos, não só no começo, a gente se pergunte: estou mesmo disposto? Tenho abertura suficiente? Em que preciso alargar meu coração? Fazer as contas “dos gastos dessa construção” não significa ter tudo de antemão, mas muito mais, estar disposto a deixar-se orientar por ele, buscando-o sempre de novo.