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Novos Artigos

63. Reflexão para o XVI Domingo do Tempo Comum (Mc 6,30-34)

Neste décimo sexto domingo do tempo comum, o Evangelho proposto pela liturgia é Marcos 6,30-34, texto localizado entre os relatos do martírio de João Batista (cf. Mc 6,14-29) e a primeira multiplicação dos pães (cf. Mc 6,35-44). Mesmo intercalando esses dois importantes relatos, o Evangelho de hoje está diretamente em continuidade com aquele que refletimos […]

228. Deus conosco

Jesus, Tu que, sendo Deus, se fez homem para viver e caminhar conosco, segue com teu povo  compartilhando suas dores e dividindo suas angústias. Sei que sofres com os marginalizados e esquecidos, com todos os que vivem nas periferias físicas, existenciais e espirituais desse nosso mundo. Tu sabes que viver uma vida autêntica é nada […]

83. Amor anunciado

As chagas abertas O peito transpassado O sepulcro escancarado O amor anunciado. O amor anunciado O homem renovado O mistério revelado. Deus humanado Deus morto Deus vivo e ressuscitado. Poesia anterior: 82. Janela do céu Próxima poesia: em breve…

183. Indiferença

“Até quando, Senhor?” (Ap 6,10) “Primeiro levaram os negros. Mas não me importei com isso, Eu não era negro. Em seguida levaram alguns operários. Mas não me importei com isso, Eu também não era operário” (Bertold Brecht) O dia amanheceu como todos os outros, exceto pelo fato de minha garganta estar inflamada exigindo-me um pouco […]

82. Janela do céu

A janela do céu Não se abriu. Anjos, Santos Ou Deus, Ninguém viu. Homens E mulheres Abriam outras janelas Para evitar O instante. E distantes, três lances De olhar Guardavam O que a outros Escapava. Poesia anterior: 81. Bendita a vida Próxima poesia: em breve…

61. Reflexão para o XV Domingo do Tempo Comum (Mc 6,7-13)

O Evangelho deste décimo quinto domingo do tempo comum é Mc 6,7-13, texto que apresenta o envio missionário dos Doze por Jesus. Esse texto é apresentado pelo evangelista como a resposta de Jesus à rejeição sofrida em sua terra natal, Nazaré (cf. Mc 6,1-6), como refletimos no domingo passado. Ao sentir-se rejeitado enquanto portador da […]

Poesia

JANELA DO CÉU
(Solange Carmo e Eduardo Calil)

A janela do céu
Não se abriu.
Anjos, Santos
Ou Deus,
Ninguém viu.

Homens
E mulheres
Abriam outras janelas
Para evitar
O instante.

E distantes, três lances
De olhar
Guardavam
O que a outros
Escapava.

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Palavra que faz viver

“Diante de ti, ele colocou o fogo e a água; para o que quiseres, tu podes estender a mão” (Eclo 15,17)

A gente tem água e fogo diante de nós e pode escolher para qual estender a mão. O problema é discernir água e fogo como perigosos ou como alentos para a vida. O fogo, a princípio perigoso, pode queimar, mas também pode aquecer, cozer os alimentos, iluminar. A água, a princípio benfazeja, pode saciar a sede, fazer brotar a vida, lavar o corpo, mas também pode matar, tragar, arrancar o último suspiro. Saber discernir o que se apresenta aos nossos olhos não é tarefa fácil, especialmente quando se refere ao campo político. Por trás de discursos de defesa da família e da tradição, se escondem verdadeiros déspotas, inimigos do povo e da fé cristã. É preciso ver além do que a mídia oportunista mostra.