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Novos Artigos

90. Reflexão para o segundo Domingo do Tempo Comum (Jo 2,1-11)

Embora simples do ponto de vista narrativo (uma história com trama, cenário e personagens bem definidos), o texto apresenta uma grande complexidade teológica. Por isso, preferiu-se, ao longo dos séculos, uma interpretação quase literal, limitada a fundamentar a intercessão de Maria e, assim, fomentar a devoção. Tem sido grande o esforço da exegese atual para […]

196. A força da mesa

    “Ao declinar da tarde, pôs-se Jesus à mesa com os doze discípulos.” (Mt 26,20)   “Daqui do meu lugar, eu olho teu altar, E fico a imaginar aquele pão, aquela refeição. Partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos, Criaste a religião do pão do céu, do pão que vem do céu.” (Padre […]

Reflexão da Solenidade da Epifania do Senhor (Mt 2,1-12)

Celebramos neste domingo a solenidade da Epifania do Senhor, dando continuidade, ainda, ao tempo do Natal. A palavra epifania quer dizer manifestação, deriva do verbo grego “epifaino” (επιφαινω), cujo significado é manifestar, aparecer, resplender. Nesta solenidade celebramos, então, a manifestação de Deus em Jesus como luz, guia e Senhor de todo o universo, incluindo todos […]

195. Recomeçar  

  “Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem?” (Isaías 43,19) “Retirou da escuridão meu coração Acendeu uma nova luz em meu olhar Fez nascer a primavera onde o inverno não passou E me deu motivos para recomeçar” (Pe. Fábio de Melo) A nossa vida é assim: uma continuidade de recomeços. […]

Poesia

ESTREITEZAS
(Eduardo Calil)

O entardecer me encheu de poesia. Mas ela não tinha palavras. Era um estupor com tristeza… A lembrança de uma música e a saudade do desconhecido. Essas coisas sem nome que acertam a gente, enquanto o sol se esconde entre nuvens rubras…

Tentei ainda assim escrevê-las, mas as poesias mudas não aceitam desobediências. As palavras se escondem como se fossem também Crepúsculo.

Não sei lidar com poesias caladas, porque elas doem demais. Elas recordam que a finitude é pra já. O eterno que elas propõe não é o que lança o olhar pro futuro, mas é o da embriaguez do agora. Enchem tanto o peito que deixo de ser capaz de continências.

A poesia muda lembra que nosso coração é estreito demais pra caber a vida. Pois, de hoje em diante, quero deixar de propor uma morada para a palavra ou para a poesia, ou mesmo ainda para a Vida. Sou pequeno demais para presunções tamanhas.

Mas se eu puder, silente, dando passos descalços, descansar dentro da Palavra-casa, da Poesia-templo e da Vida-infinita, servi-las-ei com minhas estreitezas.

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Palavra que faz viver

“Os pastores se apalermaram… São incapazes de governar e o rebanho que conduziam já se dispersou” (Jr 10,21).

Se os pastores são lerdos, como liderar o rebanho? O lobo – sempre esperto e perspicaz – se põe à espreita e, ao primeiro descuido, ataca as ovelhas. Ele não tem dó nem piedade; não poupa as frágeis, nem as doentes, nem as que amamentam, nem os filhotes. Na ânsia de saciar seu apetite voraz, vai devorando uma a uma. Nossos pastores se apalermaram, disse o profeta. Essa é a força da profecia: uma palavra sempre atual e pertinente. Jeremias continua a gritar em nossas ruas, nos mostrando que nossos pastores só são perspicazes, quando lhes interessa, quando é para defender seus benefícios. No mais, que as ovelhas se cuidem, pois o lobo está solto!