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8. Ausências (I)

Sozinho, sentado no banco da praça, olho num átimo de tempo, o céu.
Apequenado, diante da imensidão, sofro as ausências do que nunca veio.
Meu olhar se demora como se eu coexistisse com o Mistério que me…

Torre da vida

Eu quero viver! – grito alto e esganiçado, peito inflado, garganta arranhada, voz embargada, face enrubescida. – Contratem operários. Mandem fazer a argamassa, tragam os tijolos, pois, ergueremos juntos a torre da vida. Debruçado sobre as plantas, fazendo os cálculos, comentando com os arquitetos, riscando papeis, comecei o serviço. Matemática aprazível; ajustar contas, casas decimais […]

Para amar sem temer

Senhor, que não nos falte coragem para lutar pela equidade, mesmo quando as maldades dos perversos querem sufocá-la. Senhor, que não nos falte esperança para amar sem temer e gritar com toda força pela vida e pela justiça. Senhor, dá-nos seguir teus passos, tu que ao pequeno acolheste, ao doente recobraste a saúde, ao desesperançado […]

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Poesia

AUSÊNCIAS (I)

(Eduardo César Rodrigues Calil)

Sozinho, sentado no banco da praça, olho num átimo de tempo, o céu. Apequenado, diante da imensidão, sofro as ausências do que nunca veio. Meu olhar se demora como se eu coexistisse com o Mistério que me cobre. Mas, não sou conatural a nada. Ao contrário, sinto-me tão fora do lugar, tão fora de tudo, que me fere não coincidir comigo mesmo. É que há distinções profundas que não sei nomear. Um apelo pelo que ainda não existe.
Levanto-me, cruzo os jardins da praça, mas não me interessam flores, nem o verde, nem as árvores, que outrora encantavam meus sonhos. Não sonho. Quis viver a realidade, mas não podia imaginar seus moinhos.
Esmaga-me a tristeza de não encontrar-te ó amor, senão em soslaios de presença mal repartida, mal dosada. E entre esguelhas percebi que me seduzes para lançar-me dia após dia, no banco da praça, sozinho.
Destino? Tenho escolhido permanecer aqui, olhando o céu, enquanto tudo em mim grita: levanta-te.
Contudo, ouso esperar tuas misericórdias. Que te apiedes deste mendigo, que consoles esta penúria impiedosa e te aproximes, sentando-te ao meu lado.

Eu creio sim

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Versículo Bíblico

“Senhor, dá-me dessa água” (Jo 4,15).

Não raro, o que mais queremos depois das labutas do dia é um bom banho, um copo bem farto de água fresca, dessa água parece nos refazer e nos reconfortar. No relato do encontro de Jesus com a Samaritana, Jesus – cansado e sozinho – tem sede; a Samaritana – cansada de buscar água no poço – ainda não experimentou a água da verdade que a saciasse. Quantas vezes nos vemos assim, já sem forças, buscando água em cisternas que logo secam? Ainda bem que temos a Palavra de Deus, manancial inesgotável que sacia a nossa sede. Ela revitaliza a nossa fé, nossa esperança e nossa capacidade de novamente nos entregar ao amor. Dá-me, Senhor, de tua água.